Lição 15

 

III- DONS DE  INSPIRAÇÃO

 

InterpretaÇÃo

 

É o complemento do dom de línguas. Não é um dom isolado,  pois sua utilização depende sempre alguém estar falando em línguas estranhas.

Pode ser interpretado pela própria pessoa que fala, ou por outra pessoa.

Não significa uma tradução literal, mas uma compreensão do que está sendo proferido em mistério.

Enquanto o dom de línguas é usado devocionalmente “a sós”, para edificação pessoal, a interpretação é pública e será usada somente quando houver o uso público de línguas estranhas.

A recomendação bíblica é que, não havendo interprete, as línguas devem cessar, isto é, não devem ser manifestas publicamente por longo tempo.

 

O dom de interpretação é diferente do dom de profecia, entretanto, uma interpretação poderá conter profecias, já a profecia, independe de haver línguas estranhas ou não.

 

A interpretação de línguas, geralmente, é de louvor a Deus.

 

Objetivos:

      Edificação da Igreja. I Coríntios 14:5.

      Sinal para os infiéis que entram na Igreja. I Coríntios 14:22.

Uma pessoa pode ser usada por Deus para falar um idioma desconhecido, como um sinal para alguém presente:

     Mel Tari, oriental, falou em inglês, sem conhecer a língua inglesa;

     Pat Boone, cantor e pastor americano, falou em latim sem ter conhecimento da língua;

     Uma menina americana falou em hebraico.

Todos estes falaram num idioma desconhecido, mas através deles, Deus tocou em alguém presente na congregação, como sinal para conversão.

Exemplos retirados dos livros autobiográficos:

“Como um vento impetuoso” - de Mel Tari;

“A vida de Pat Boone” - de Pat Boone;

“Eles falam em outras línguas” - Johm Sherrill.

 

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