Lição
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III- DONS DE INSPIRAÇÃO
InterpretaÇÃo
É o complemento do dom de línguas. Não é um dom isolado, pois sua utilização depende sempre alguém estar falando em línguas
estranhas.
Pode ser
interpretado pela própria pessoa que fala, ou por outra pessoa.
Não significa
uma tradução literal, mas uma compreensão do que está sendo proferido em
mistério.
Enquanto o dom
de línguas é usado devocionalmente “a sós”, para
edificação pessoal, a interpretação é pública e será usada somente quando
houver o uso público de línguas estranhas.
A recomendação
bíblica é que, não havendo interprete, as línguas devem cessar, isto é, não
devem ser manifestas publicamente por longo tempo.
O dom de
interpretação é diferente do dom de profecia, entretanto, uma interpretação
poderá conter profecias, já a profecia, independe de haver línguas estranhas ou
não.
A interpretação
de línguas, geralmente, é de louvor a Deus.
Objetivos:
• Edificação da
Igreja. I Coríntios 14:5.
• Sinal para os infiéis que entram na
Igreja. I Coríntios 14:22.
Uma pessoa
pode ser usada por Deus para falar um idioma desconhecido, como um sinal para
alguém presente:
• Mel Tari,
oriental, falou em inglês, sem conhecer a língua inglesa;
• Pat Boone, cantor e
pastor americano, falou em latim sem ter conhecimento da língua;
• Uma menina americana falou em hebraico.
Todos estes
falaram num idioma desconhecido, mas através deles, Deus tocou em alguém
presente na congregação, como sinal para conversão.
Exemplos
retirados dos livros autobiográficos:
“Como um vento
impetuoso” - de Mel Tari;
“A vida de Pat Boone” - de Pat Boone;
“Eles falam em
outras línguas” - Johm Sherrill.
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